"A tendência dos últimos anos mostra uma ligeira redução dos acidentes vasculares cerebrais e um ligeiro aumento do número de enfartes do miocárdio fatais" esclareceu o cardiologista Manuel Carrageta, reconhecendo que o controlo dos factores de risco tem melhorado pouco nos últimos anos.
A idade e o historial clínico aumentam o risco de doença cardiovascular. Há, no entanto, comportamentos que podem ser alterados. A vida sedentária, consumo de tabaco e bebidas alcoólicas, a ingestão de alimentos ricos em gordura são hábitos que devem ser evitados. A obesidade, a hipertensão arterial, a diabetes, o stress e o colesterol, consequência de uma vida pouco saudável, aumentam o risco de doença cardíaca.
Deixar de fumar, praticar exercício físico com regularidade e uma alimentação saudável dão saúde ao coração. "A prevenção e o controlo dos factores de risco é um desafio de saúde pública que deve ser enfrentado com o maior vigor" descreve o especialista. Maio é o mês do coração que, quando saudável, é o nosso maior aliado.
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