É raro falar-se sobre os riscos do excesso de exercício, mas uma investigação realizada com ratos em Espanha veio alertar para o perigo de praticar actividades de resistência de uma forma intensa, pois, nalguns casos, tornam-se prejudiciais ao coração.
Segundo os dados obtidos, este tipo de exercício pode provocar alterações na estrutura e no funcionamento do coração, favorecendo o aparecimento de arritmias. Embora já se soubesse das mudanças físicas na anatomia do coração, este é o primeiro trabalho que demonstra que a actividade física intensa e mantida durante muito tempo pode ter impactos negativos.
“Se estes resultados se confirmarem em humanos, pode haver implicações importantes para aqueles que praticam exercício atlético de alto nível [como os maratonistas, ciclistas ou triatletas]”, assinalaram os membros do Instituto de Investigações Biomédicas August Pi i Suñer, em Barcelona, na revista científica “Circulation”.
Segundo os dados obtidos, este tipo de exercício pode provocar alterações na estrutura e no funcionamento do coração, favorecendo o aparecimento de arritmias. Embora já se soubesse das mudanças físicas na anatomia do coração, este é o primeiro trabalho que demonstra que a actividade física intensa e mantida durante muito tempo pode ter impactos negativos.
“Se estes resultados se confirmarem em humanos, pode haver implicações importantes para aqueles que praticam exercício atlético de alto nível [como os maratonistas, ciclistas ou triatletas]”, assinalaram os membros do Instituto de Investigações Biomédicas August Pi i Suñer, em Barcelona, na revista científica “Circulation”.
Este risco potencial não afecta pessoas que praticam exercício moderado de forma regular, mas aquelas que o fazem de uma forma muito intensa há duas ou três décadas. “A actividade física normal confere benefícios amplamente reconhecidos, como a prevenção das doenças cardiovasculares e da diabetes”, reforçaram os investigadores.
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